quarta-feira, 30 de abril de 2014

Numa sociedade em contínua mudança os papéis exercidos pelas mais diversas áreas profissionais exercem uma força e podem fazer a diferença entre o lugar comum e o lugar de destaque na continuidade de geração de recursos materiais para a manutenção da população frente aos desafios que vêm surgindo no cotidiano.

Muitos são os problemas atuais que vão desde a desigualdade social, de distribuição de recursos, de informação, de acesso aos estudos, de distribuição de alimentação básica para muitos. Dentre estes problemas já consolidados surge mais um os amplamente falados, embora muitas vezes desacreditados desastres naturais, geradores de mudanças que podem ser até mesmo incontroláveis se continuarem na proporção que têm acontecido.

Lugares que foram considerados verdadeiros mananciais, com reserva suficiente não só de água como também de produção agropecuária estão enfrentando sérios problemas com estiagem e outros lugares acostumados aos climas desérticos ou secos, sucumbem com volumes de chuvas nunca vistos. O que leva ao questionamento se estamos preparados para enfrentar desafios mais amplos que a busca por soluções tecnológicas e aprendizados voltados apenas para os recursos mais atuais.

A questão, que como educadora contemporânea se instalou há algum tempo em minha mente é será que estamos preparando nossos estudantes para atuarem também numa sociedade em crise? Com falta de recursos básicos? Com falta de mão-de-obra qualificada e ao mesmo tempo com alarmante número de desempregados?

Assim passei a estimular um primeiro grupo de estudantes para refletir sobre sua possível atuação profissional junto à sociedade em que se inserem.

Iniciaremos pelas reflexões dos estudantes de engenharia e estenderemos para outras turmas sob minha orientação, com o objetivo de estimular a inserção profissional dos neo-formandos...

Prof. Rita Ibarra